Sinto-me aprisionado, estou fraco, dependente, vazio e submisso...
A vontade não vence o estático repouso, tornando-me derrotado pela fria inércia que me traduz, uma vez mais, inerte e inconsequente...
Eu quero, desejo, e sinto que devo, mas não consigo...
Não me surgem soluções para enfrentar a apatia que me domina a vontade, tal como fere o orgulho e independência do poder de decisão...
Quero ser autónomo e responder sem exitações aos caprichos da minha imaginação, saborear os devaneios da simples deambulação aleatória, revelando sentido existencial ao livre arbítrio...
Em resumo simples, directo, corrente e objectivo;
EU QUERO SER LIVRE!!!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
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