Amo—Te à distância,
Querendo—Te perto;
Indiferente à arrogância,
Com que o futuro incerto,
Colide com a circunstância...
Sinto—Te saudosa,
A cada visita, silenciosa,
Aos monólogos ou no papel;
Que de maneira desastrosa,
Escrevem luz, no fim do túnel...
O Tempo já não cicatriza,
Pois a memória não se deforma!
Fecha os olhos e sente a brisa,
Que no rosto Te desliza;
Que ao passar não se conforma;
Desejava ficar, e até PRECISA;
Mas vais seguindo, sem norma,
Contra o vento, que ameniza;
Que ao tocar—Te se transforma...
Deixa—me amar—Te de outra forma...
terça-feira, 4 de julho de 2017
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