Hipócrita subjectividade da distância,
Sincera confidente da circunstância;
Infinita na sedenta saudade,
Como sêca e de faminta arrogância;
Vaidosa na raiva e sua singularidade;
E no salto alto, passeia e pisa a prosperidade...
Tão instável como o Presente,
Falso Profeta, e consciente;
Incansável promissor do expectante;
Fraudulento, mas ainda, persistente;
Aleatório a cada instante,
Só o Passado e o Futuro nos garante...
Pena ser curto o espaço,
Pena o Tempo ser escasso,
Cruéis na simples despedida;
Inocentes no íntimo abraço;
Inevitáveis cúmplices da vida;
Irónicos fiéis do perdão e da ferida...
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
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