A vergonha roubou de mim, todo o orgulho;
Também, o poder de me pavonear erguido...
Deixei-me viajar num profundo mergulho;
Ao fundo da garrafa, pelos sentimentos, fui conduzido...
A culpa não será do whisky seguramente;
Mais fraco e banal seria eu, acreditando...
Será talvez da tortura à qual me sujeito repetidamente?
Então é com angústia que me interrogo, a próxima é quando?
Manhãs em que apenas vislumbro cinzento opaco;
Esperançosamente evitarei o nosso estimado "Cor e Sabor"...
Queria somente mais um maço de tabaco;
E acabei por vestir o vosso dia de "Dor e Pudor"...
No esboço cru e breve do episódio que relato,
Vou despindo as palavras, como um reflexo do meu embaraço...
Infelizmente, não escrevi um poema, mas sim um auto-retrato!
Com as mais humildes e sinceras desculpas, despeço-me num tímido abraço...
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2 comentários:
já vi que me compreendes :)
pois talvez, depende da perspectiva :b
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